Na eterna busca da felicidade, condicionamos nossos interesses em detrimento do próximo, abalando as relações de convivência. É preciso que busquemos numa introspecção, identificar o potencial existente em cada um de nós. Como única criatura ética da natureza, temos a obrigação de colaborar para melhoria das relações humanas gerando, dessa forma, o bem-estar recíproco que garantirá a harmonia necessária para vivermos felizes. É preciso que dimensionemos nossos anseios, de modo que não ultrapassemos os limites que nos ligam à consciência alheia. Respeito e companheirismo são qualidades fundamentais que denotam a postura do indivíduo comprometido com o seu papel de ser social. É bem verdade que viver em sociedade é algo difícil, complicado, mas não podemos negar que é dessa complexidade que conseguimos imprimir um novo caráter, decorrente das experiências compartilhadas em nosso cotidiano.
terça-feira, 6 de julho de 2010
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